O destaque imediato é a chegada da liga Runes of Aldur. O sistema central desta temporada é o Verisium Runeforging, um método de crafting que utiliza uma nova moeda e promete dar aos jogadores um controle muito mais refinado sobre o poder de seus equipamentos. Em um mundo onde a corrupção volta a assombrar Wraeclast 20 anos após a queda de Kitava, dominar essas runas antigas parece ser a única forma de enfrentar as novas ameaças.
Para quem já estava preocupado com a estagnação do endgame, a expansão Origins of Divinity joga as regras antigas pela janela. O sistema tradicional de ganhar pontos no Atlas foi substituído por uma estrutura de Fortress (Fortaleza). O novo Atlas Passive Tree é colossal, contando com mais de 300 nós, permitindo uma especialização sem precedentes. Além disso, o sistema Masters of the Atlas introduz uma progressão estilo Ascendancy específica para o conteúdo de mapas, com Jado, Hilda e Doryani oferecendo árvores de talentos únicas.
A atualização também expande o leque de builds com duas novas classes de Ascendancy: o Martial Artist (baseado no Monk), focado em combate corpo a corpo ágil, e a Spirit Walker (baseada na Huntress), que utiliza habilidades espirituais para dominar o campo de batalha. Mecânicas clássicas como Delirium, Breach e Ritual foram completamente reformuladas para se integrarem a este novo ecossistema, garantindo que o conteúdo legado não pareça datado diante das novas mecânicas de Path of Exile 2.
