Essa transição dos confrontos iniciais de 20v20 para uma escala maior é o grande desafio técnico do momento. Para garantir que o combate em primeira pessoa não pareça travado, a equipe está implementando melhorias significativas no sistema de controle de armas. O destaque vai para o retrabalho da inércia ao girar a mira e ajustes na precisão, além de finalmente separar a sensibilidade do mouse para o combate de infantaria, algo essencial para quem alterna entre o cockpit de um jato e o fuzil de um soldado.
O arsenal motorizado que acompanhará os soldados também foi atualizado. Os novos testes contarão com formações pré-definidas de alto nível, incluindo:
- M1A2 SEP V2 e T-90M para supremacia terrestre.
- AH-64A Apache e Mi-28N no suporte aéreo.
- LAV-AD e 2S6 Tunguska para defesa antiaérea.
Outra mudança estratégica importante envolve os UAVs. Os drones de asa fixa agora carregam minas em vez de projéteis de carga moldada. Isso altera o meta do uso de drones, focando-os quase exclusivamente na negação de área e combate anti-infantaria, em vez de caçar blindados pesados.
Por fim, a imersão sonora recebeu atenção. O sistema de passos foi ajustado para que jogadores consigam distinguir melhor aliados de inimigos. Além disso, operadores de drones agora ouvirão o som ambiente ao redor de seu personagem em vez do ruído constante do motor do drone, permitindo uma consciência situacional muito maior contra flanqueadores enquanto estão na visão remota.
