A performance foi dominante, mas o caminho não foi fácil. A eArena, que surpreendeu a todos ao liderar a Survival Stage, manteve o ritmo agressivo e terminou na segunda colocação com 101 pontos. Para os fãs que acompanham o meta competitivo, a agressividade da Virtus.pro em buscar eliminações foi o diferencial, garantindo uma vantagem confortável na tabela final.
O destaque individual ficou para Nixzyee, da Virtus.pro, eleito o MVP do Grand Final. Sua capacidade de leitura de jogo e precisão nos confrontos diretos não apenas garantiu o troféu para sua equipe, mas também um prêmio individual de US$ 10.000. Esse tipo de performance eleva o patamar do que esperamos para a segunda metade do ano.
Quem dominou o circuito geral?
Apesar da vitória da Virtus.pro no PGS 3, a consistência premiou a Natus Vincere. Ao final do primeiro circuito (composto pelos eventos PGS 1, 2 e 3), a NAVI terminou no topo da classificação geral com 69 pontos acumulados. Isso mostra que, no Battle Royale de alto nível, a regularidade costuma valer tanto quanto um pico de performance isolado.
Com a distribuição total dos US$ 500.000 em prêmios deste primeiro bloco, as equipes agora entram em um breve período de reajuste. O circuito mundial de PUBG: Battlegrounds retorna em maio de 2026 para o segundo circuito, onde veremos se a Virtus.pro consegue manter o ímpeto ou se a NAVI continuará ditando o ritmo da tabela.
