Diferente das atualizações de balanceamento tradicionais que buscam a simetria perfeita, o Underwatch foi desenhado para ser 'unhinged' (desequilibrado por design). O foco aqui não foi a competitividade rígida, mas sim a exploração de mecânicas absurdas que normalmente seriam descartadas em um ambiente de jogo padrão. De acordo com o blog de desenvolvimento, a equipe utilizou esse espaço para testar interações de habilidades que desafiam a lógica do combate 5v5.
Um dos pontos altos desse mergulho nos bastidores é a revelação de conceitos visuais que acompanham esse espírito brincalhão. Entre as ideias mais comentadas está uma skin temática para o Wrecking Ball, onde o mecha se transforma em um gato gigante. Esse tipo de abordagem mostra uma faceta mais leve da Blizzard, permitindo que a comunidade se divirta com o lado menos sério da franquia.
Para quem joga, entender o Underwatch é perceber como a equipe utiliza modos temporários como laboratórios vivos. Muitas vezes, uma mecânica 'quebrada' ou uma interação engraçada vista nesses eventos acaba servindo de base para futuros retrabalhos de heróis ou novos modos de jogo permanentes. É o caos servindo de feedback direto para a evolução do gameplay.
