O sistema Challenger, que substituiu o Top 500, não foi bem recebido pela elite do jogo. Para corrigir a percepção de prestígio, a Blizzard vai ajustar os algoritmos para que o ranking priorize muito mais o elo do jogador do que métricas internas. O objetivo é tornar o topo da tabela um espaço exclusivo para quem alcança o ranking Champion, restaurando o valor de estar entre os melhores do mundo.
Para os jogadores de console, a notícia mais impactante é a introdução de um "modo legado" para a assistência de mira (aim assist). Após experimentos que alteraram a sensação dos disparos, os jogadores poderão optar por retornar às configurações clássicas na próxima temporada. Essa flexibilidade é vital em um jogo onde a memória muscular define quem vence um duelo de Widowmaker ou Tracer.
A equipe de desenvolvimento também abordou o futuro dos modos de jogo. Enquanto analisam dados sobre o Open Queue e os testes de 6v6, Keller admitiu que a economia de eventos, como o recente Festival de Inverno, precisa de mais clareza. No futuro, ficará mais evidente que as recompensas podem ser conquistadas através de desafios diários comuns, evitando a confusão vista com a economia de cookies.
Essas atualizações mostram uma Blizzard mais disposta a admitir quando uma inovação não atinge o alvo. A volta do Top 500 e a opção de mira clássica provam que, às vezes, o melhor caminho para o meta é respeitar o que já funcionava para os veteranos.
